Reportando direto do front psicológico
Não há outro jeito de começar a não ser com perguntas :
O que fazemos diante de nossas limitações?
Como vivemos diante das turbulências de nossa alma?
Desejamos a paz e a ordem, mas como esta seria possível se ela inexiste dentro de nós?
Não sentimos diariamente o ardor da batalha sendo travada em nosso espírito?
Quem deveríamos ser, o nosso ideal de pessoa, contra quem realmente somos.
Pulsão de vida e de morte guerrilham, dia após dia.
Somos, portanto, apenas observadores passivos diante desta batalha.
Escrevo-lhes reportando o que ocorre na área de conflito entre meus opostos.
Duas "etnias" disputam a posse do território. De um lado, a mulher madura e crescida que deseja a ordem e a disciplina;
do outro, a menina complicada, tímida e insegura que refugia-se do mundo.
As infantarias estão entrincheiradas em lados opostos.O solo almejado, o continente a ser dominado por forças subjugadoras dessa terra de espirito combalido.
Como uma passiva e neutra observadora da ONU, reporto as baixas de um lado e os gestos de comemoração do oponente. Uma fotojornalista, uma correspondente de guerra pálida aguardando o proóximo movimento (estratégico ou casual?).
Nada posso fazer.A não ser contemplar a batalha.
Porque ainda não me sinto no controle de mim? Emoções explosivas. Sensibilidade exacerbada. Um ser multicelular, composto de músculos e fluidos, regido apenas pelo mecanismo de estímulo e resposta. Numa escala evolutiva, encontro-me num estágio primitivo. Não conquistei a minha humanidade, minha condição homo sapiens - capaz de criar cultura e gerir ações sobre o mundo.
Reporto os ocorridos no campo de batalha parcialmente. Afinal, minha mente é o terreno onde o conflito transcorre e a minha vida é o continente a ser colonizado. Talvez eu deva pensar em um contra ataque . Sinto, caros leitores, que precisarei conclamar as autoridades a decretarem um estado de sítio.
O que fazemos diante de nossas limitações?
Como vivemos diante das turbulências de nossa alma?
Desejamos a paz e a ordem, mas como esta seria possível se ela inexiste dentro de nós?
Não sentimos diariamente o ardor da batalha sendo travada em nosso espírito?
Quem deveríamos ser, o nosso ideal de pessoa, contra quem realmente somos.
Pulsão de vida e de morte guerrilham, dia após dia.
Somos, portanto, apenas observadores passivos diante desta batalha.
Escrevo-lhes reportando o que ocorre na área de conflito entre meus opostos.
Duas "etnias" disputam a posse do território. De um lado, a mulher madura e crescida que deseja a ordem e a disciplina;
do outro, a menina complicada, tímida e insegura que refugia-se do mundo.
As infantarias estão entrincheiradas em lados opostos.O solo almejado, o continente a ser dominado por forças subjugadoras dessa terra de espirito combalido.
Como uma passiva e neutra observadora da ONU, reporto as baixas de um lado e os gestos de comemoração do oponente. Uma fotojornalista, uma correspondente de guerra pálida aguardando o proóximo movimento (estratégico ou casual?).
Nada posso fazer.A não ser contemplar a batalha.
Porque ainda não me sinto no controle de mim? Emoções explosivas. Sensibilidade exacerbada. Um ser multicelular, composto de músculos e fluidos, regido apenas pelo mecanismo de estímulo e resposta. Numa escala evolutiva, encontro-me num estágio primitivo. Não conquistei a minha humanidade, minha condição homo sapiens - capaz de criar cultura e gerir ações sobre o mundo.
Reporto os ocorridos no campo de batalha parcialmente. Afinal, minha mente é o terreno onde o conflito transcorre e a minha vida é o continente a ser colonizado. Talvez eu deva pensar em um contra ataque . Sinto, caros leitores, que precisarei conclamar as autoridades a decretarem um estado de sítio.


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